Com a morte abrupta do meu marido, e com o intuito de fazer algo que pudesse diminuir o meu sofrimento, amenizar um pouco a sua falta e manter meu cérebro concentrado para não ficar, somente, presa aos problemas e pensamentos ruins; pensei em escrever.
A escrita foi um grande canal de escuta para mim; atenta às minhas dores e aos desafios que a vida nos trazem melancolia e preocupação.Foi uma verdadeira autoterapia, uma companhia que me escutava, e me ajudava a sustentar a minha vida, quando meus entes queridos foram embora.
Principalmente, quando meu saudoso marido faleceu.E a minha mente permaneceu centrada nele, relembrando tudo que vivemos juntos - suas principais ações e experiências, das mais remotas às mais recentes, bem como seus legados.
E se me distraia, me causava também muita dor. Mas pude me reinventar...ocupar o tempo com algo que gosto e que foi significativo para nós. E poder, talvez, ajudar a todas as pessoas que perderam seus entes queridos, assim, como eu, curando da ansiedade e da depressão.
Invente, tente... você também pode se auto ajudar e ajudar a sua família a passar por esse momento tão doloroso do luto, com mais aceitação..
Nenhum comentário:
Postar um comentário