Entre uma trajetória e outra, vamos vivendo meio mecanicamente - dormindo, acordando, trabalhando, estudando, voltando para casa - e sem nos preocupar quando será o nosso fim derradeiro, vamos repetindo o nosso modo insatisfeito de viver .
Somos, apenas, passantes desta vida
morosa ou vivida com muita rapidez.
Sem muito esmero com o tema
da existência, da resiliência e não prevalência das coisas, nem sempre
mentirosas, nem sempre explicitas e nem sempre verdadeiras...
Vamos vivendo, apenas, por viver.
ora entristecendo, hora se alegrando e sobrevivendo a muitos protocolos, com o objetivo de melhor viver, tirando nossas próprias conclusões da nossa existência, dos nossos medos tão corriqueiros
Mas vamos sobrevivendo meio a tantas ondas, tantas expectativas, tantas tempestades e reações impulsivas
tão certeiras. E na travessia, esquecemos da luz, da liberdade e da vida que sempre sonhou e pouco viveu.
A vida vai nos transformando
Com as perdas e ganhos
E nos ensinando a viver
Apesar da tristeza e da dor
E de falta de força para viver.
Da dor da vida e da partida...
"Vida que é trem- bala, parceiro
E a gente é só passageiro
Prestes a partir".
E nesse componente misterioso
Precisamos ter esperança
Sacudir a poeira e reerguer
E apossar novamente
Da própria vida... e viver
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