O ano de 2018, aos poucos, foi se despedindo de nós... fechando um ciclo...e abrindo outro de esperanças, mas também de incertezas, em torno do novo ano que já está prestes a nascer.
2018, a meu ver, foi um ano até bom para alguns e ruim para outros. Foi um ano político, e como gosto, participei, assistindo as entrevistas, os debates, ouvindo os áudios, assistindo os programas de televisão; sentindo o clima, tanto de um lado quanto de outro partido.(Tem gente que não gosta de política, e, com certeza, deve ter se entediado bastante, porque nesse ano, que ora termina, houve grande participação, a meu ver, pelo Whatsapp e até pelo Facebook de pessoas pela campanha, principalmente, para a presidência da república.)
Nesse cenário, a participação dos brasileiros não foi pequena na escolha dos administradores dos estados e da nossa nação. Entre esses, deputados e senadores.E, segundo Leandro Karnal, "o que mais chama atenção é o ato de depositar em alguém confiança e respeito através do voto. Só se pode falar em voto em um regime democrático e aqui a escolha é pessoal e intransferível, ao menos deveria ser. O ato de votar representa, em outras palavras, o ato de fazer o governo como já nos alertava a escritora cearense Rachel de Queiroz nos anos 40 do século passado."
Pensando, assim, continuou o professor da Unicamp, com o ato de votar, podemos acompanhar... fiscalizar...decidir e "fazer com que nos valorizemos, reconhecendo que somos nós que colocamos alguém para exercer função de vereador (a), prefeito (a), deputado (a), senador (a), governador (a) e presidente (a) e que só cabe a gente decidir pela sua permanência ou não. Agir assim faz com que enxerguemos que o nosso poder não termina com o resultado das eleições, ao contrário ele aumenta."
E isso o povo brasileiro já sabe. Foi às ruas em 2016, na época "do İmpeachment", e foi às urnas, nas eleições próximas passadas.Para mim também é um ato bem importante. Minhas expectativas até aumentaram para um país melhor, sem violência, sem corrupção, com mais segurança. Estou esperançosa com o governador do Estado e com o presidente eleitos.
Não sei se isto está acontecendo só comigo, ou se com a maioria ou a minoria dos brasileiros...mas tenho me alimentado de um pouco mais de positividade e de novas expectativas para um novo Brasil.
Depois de tantas promessas que não foram cumpridas, tantas obras inacabadas, tanta corrupcão, tanta insegurança e violência que o país vem enfrentando, era para estarmos tão desacreditados com a classe política brasileira...mas não...reanimamos de novo...e estamos sperançosos que muita coisa possa mudar...e precisa muito.
Engraçado... você pode até estar me achando muito hipócrita em acreditar em políticos... não, não acredito muito neles, mas acredito no ser humano!!
E é com esse clima que o Ano Novo vem, aí, se agigantando em nossa frente. E a única certeza que traz, ainda, é a esperança... meio a uma grande incerteza. Ninguém sabe o quê está por vir...mas não podemos perder a fé – uma vez que, só ela é capaz de mudar a nossa vida em todos os sentidos. Quando temos fé e esperança, podemos atrair mais sentimento de prosperidade e mudar as nossas perspectivas sobre nós mesmos e sobre as outras pessoas e coisas.
É importante, todos nós nutrirmos dessa postura, que é ao mesmo tempo positiva e precavida perante o novo ano. É legítimo fazermos planos, projetos, programa disto e daquilo, em casa, no trabalho, nos estudos, no namoro, no casamento, nos investimentos, no pagamento das dívidas, nos acertos com as pessoas, etc.
É significativo acreditarmos que as coisas poderão mudar para melhor, se mudarmos. Pois, como disse Luís de Camões, “jamais haverá ano novo se continuarmos a copiar os erros dos anos velhos”. As coisas não mudarão se continuarmos fazendo tudo igual - não aceitando as mudanças, não abandonando as velhas estruturas/os velhos conceitos, que podem ser: Nosso jeito antigo de ver a vida; de ser; de tratar as pessoas; de levar a vida, de trabalhar; de estudar.
Se continuarmos repetindo o que não deu certo, perdemos grandes oportunidades de crescermos, desenvolvermos, desfrutarmos de novas coisas na vida. Talvez, pelo simples fato de não sabermos nos ajudar, ou de não permitirmos que o outro nos ajude. Tudo muda, se eu mudo. E tudo muda a todo o momento. As fases da lua, o clima, a economia, as opiniões, os nossos pensamentos, os nossos lapsos de humor, a tendência da moda, entre outras coisas. No entanto, embora, muitas mudanças fujam do nosso controle, outras exigem de nós certo gerenciamento de nossas emoções/reações e libertação de algum hábito ou comportamento indesejado para fluírem melhor.
Por isso, é importante identificá-los. Perceber qual ou quais dos seus hábitos do dia a dia que estão confirmando-se como obstáculos para realizar aquele desejo ou propósito escolhido. De repente, algum comportamento seu, involuntário talvez, que você ainda não o identificou bem, tenha papel preponderante, e esteja prejudicando-o/a. Talvez, até as rotinas que programam, na sua vida, podem prejudicar ou diminuir a sua motivação para atingir o objetivo desejado.
Por fim, não deixe que sua pouca expectativa a/o desmotive e contamine seus projetos, seus sonhos. Aprenda a criar harmonia e solucionar seus problemas e obstáculos de forma equilibrada, evitando agravar mais a situação. Que Deus nos ilumine sempre, e que o 2019 seja mais leve e generoso para todos nós!!

