quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

8 -FECAPOC ( Colocar depois do Período de adaptação....

FECAPOC
Caiapônia, há 160 anos, era Torres do Rio Bonito; depois, Rio Bonito, e, agora, apenas Caiapônia. Que nasceu em meados, do século 19, pela coragem de um grupo de intrépidos aventureiros, vindo do Triângulo Mineiro, que embrenharam pelos sertões de Goiás e fundaram a nossa cidade.

A história do FECAPOC se confunde com a própria história da nossa cidade. Também nasceu, há mais de trinta anos, pela coragem de jovens cauaponienses, embalados pelos movimentos que revolucionaram a música e a cultura em nosso país; seguindo a mesma linha dos festivais feitos pela TV Record em São Paulo, e por todos os festivais existentes em quase todas as cidades.

Dos jovens cabeludos e rebeldes, com suas guitarras estridentes, e sua música contestatória, falando de política, amor e esperança, que aportavam em Caiapônia, no mês de julho dos anos setenta, resta pouca coisa; pois os jovens de, agora, são mais comedidos / comportados; suas músicas são mais românticas, mas suas letras continuam falando de amor e esperança, somente a emoção é a mesma.

Poucos são os festivais que sobreviveram. A vida moderna - a luta pela sobrevivência tirou da juventude a rebeldia, a vontade de expressar, através dos movimentos culturais, sobretudo, através da música; uma vez que, o local mais adequado para essas manifestações, sempre, foi o palco dos festivais.
O nosso tradicional FECAPOC conseguiu romper a barreira do terceiro milênio, com a mesma característica, com o mesmo dinamismo, e com a mesma força jovem de sempre.

Salve, Sidney Zambeline, o fundador do FECAPOC. Salve a todos os organizadores e colaboradores de todos os tempos do FECAPOC. Salve os participantes do festival. Salve a juventude caiaponiense. Salve o prefeito Lary, que, definitivamente, resgatou a realização do FECAPOC para satisfação de todos nós. 
Caiapônia, 30/07/04.

Milton, sempre, gostou de música, e por isso, participar desses movimentos musicais era um grande prazer. Lembro-me, até hoje, que logo depois que o festival terminava, naquela noite, (geralmente, durava muitos dias, desculpe - me, não me lembro mais), alguns amigos iam fazer serenata em nossa casa. E, quase sempre, o Milton saía à porta para agradecê-los.

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